domingo, 17 de junho de 2012

Sem você



E não adianta dizer que tudo estaria bem sem você. Eu sobreviveria, claro, mas qual preço teria que pagar?Um coração feito de metal atado ao meu tornozelo, um buraco no peito, um amortecimento súbito pela espera do seu toque? Não, isso seria demais. A faltado seu toque, das suas palavras, do seu perfume e de sua personalidade seria demais. Sua ausência seria demais para meu coração.

Uma caixinha de surpresas, uma bomba relógio, um terremoto devastador. Um olhar feito de punhais, um sorriso de porcelana, uma lágrima esperançosa. Um cérebro inspirado, uma alma de diamante, um coração pulsante. Bom ou mau, construtor ou destruidor? Nenhum deles. Todos eles. Um beijo e um soco, uma risada e uma lágrima. Eu sou humana.Sou um paradoxo. Sou a certeza. Sou a dúvida. Sou o amor, o ódio, sou o que quiser, não ponha barreiras ao meu redor se não quiser vê-las destruídas.

Nunca deixe de demonstrar o quanto as pessoas são importantes para você e o quanto você gosta da presença delas. Nunca deixe de abraçar, de sorrir, de conversar com quem realmente importa para você, mesmo que não façam o mesmo por você. Faça para os outros oque você gostaria que fizessem para você- e mais. Valorize as pessoas, cada característica dela e cada momento que passaram juntas. E, mais importante ainda, jamais deixe de batalhar por alguém por achar que essa pessoa está garantida. Oque vem fácil, vai mais fácil ainda.



domingo, 10 de junho de 2012


Trecho de música( Pensa em mim- Darvin)


“Por que parar pra refletir se meu reflexo é você?(...)

Como num filme, no final tudo vai dar certo
Quem foi que disse que pra tá junto precisa tá perto?(...)

Pra quem fala que namorar é perder tempo eu digo
Há muito tempo não cresci o que eu cresci contigo(...)

Pensa em mim
Que eu estou pensando em você
E me diz
O que eu quero te dizer
Vem pra cá
Para ver que juntos estamos
E te falar
Mais uma vez
Que te amo”

(meu)Quando se ama, ama

Não importa os defeitos
Pois quando se ama
Ama
Não importa que a mão dele seja áspera
Ou que o pé dela seja torto
Não importa que ele seja tímido
Ou que ela fale alto
Não importa que ele seja baixinho e magro
Ou que ela seja mandona e um pouco desproporcional
Não importa as diferenças
Porque eles se amam
E quando se ama
Ama

(meu) Corra atrás da vida


Você quer um conselho?: Deixa de perder tempo! Se você realmente ama aquela pessoa, corra atrás! Nunca a deixe ir! E seja feliz, pois a vida é curta e não se pode perder nem um minuto dela!
Não importam as circunstâncias, as idades, as cores, a sexualidade, a diferença de dinheiro, não importa nada se vocês se amarem. Só não perca a sua vida por pura insegurança.
Acredite, eu já passei por isso, e eu sei o quanto o tempo é a única coisa que não se pode comprar ou mudar, ou voltar atrás.
Portanto, vá!
E não se esqueça de ser feliz durante  o percurso.

(meu)Frase-poeminha


Talvez nenhum dos dois soubesse,
Mas os dois queriam,
Mesmo que inconscientemente. 

Frases


Só sei que meu amor é todo torto. Você não é perfeito, não somos um casal de contos de fadas. Mas eu gosto assim, do teu jeito. Do nosso jeito. Torto. Imperfeito.
— Etc e tal.
 

Eu? Eu só tentava te entender. Você é tão eu, tão você. Tão seguro e ao mesmo tempo inseguro. Tão doce, tão sutil. Cheio de antônimos. Mas você se entendia, ao contrário de mim. Quero te entender, quero te consumir. Você me consumirá, e seremos um só.
Dançaremos no meio da sala. Sem passos. Só girando, sorrindo e rindo. E seremos só nós dois. Felizes. Só. Tão pouco. Tão muito.
— Laura G. (via fucklov3r)
(Source: ideologista)

sábado, 9 de junho de 2012

(meu)Não importa


Não importa
É tarde demais
O coração já está partido
Os corações
Não importava a idade
Não importava as circunstâncias
Eles se amavam
E isso era o bastante
Mas ele percebeu isso tarde demais
E não importa agora
Por causa do que não foi mas poderia ter sido
Não importa agora
E não vai importar nunca 

(meu)O que ele poderia fazer?


O que ele poderia fazer
Se a melhor parte dele sempre fora ela?
Se toda vez que ele respirava parecia que tudo ia desmoronar?
Se toda vez que abria os olhos ela não estava lá?
Se ela estava bem e ele estava sangrando?
Se toda vez que chorava um pedaço dele ia embora?
Se toda vez que ela o ignorava ela levava um pedaço do seu coração?
Se o toque dela era o único que fazia sua pele arder?
Se a vida não tinha cores sem ela?
Se quando ele acordava não sentia mais o seu perfume no ar?
Se quando falava sentia que ninguém podia ouvi-lo?
Se todo dia rezava para encontrar o olhar dela no dia seguinte?
O que ele poderia fazer
Se tudo que precisava era dela?

(meu)O nunca não existe para eles



Ele queria saber o porquê
Ela queria saber quando
E os dois queriam estar ali
O amanhã do dia seguinte
O amanhã do dia após aquele
Quem sabe o amanhã do dia depois do após
Não importa qual amanhã seja
Vai acontecer
É o que eles não podem esquecer
Não há como fugir
É agora ou depois
O nunca não existe para eles

(meu) Texto apaixonado


  Ah... Como ele queria parar de pensar nela!
  Mas ele também queria saber o porquê de seimportar. Tudo bem, ela sabia daquilo.
  Mas, e daí?
  Não sabia por que fugia dela, achava que eraporque tinha medo de falar algo errado. Mas não conseguia parar de imaginar milhões de coisas que não aconteciam, e por sua culpa.
  Descobriu que fugia por vergonha. Ou idiotice, se preferir. Morria de medo de ter algo a mais do que já tinham, mesmo querendo mais do que tudo que ela fosse só dele, que passassem o dia juntos e, mesmo odiando abraços, queria beijá-la e andar com a sua mão entrelaçada à dela.
  Morria de medo de que ela soubesse que ele gostava dela, e tudo tinha ido por água abaixo por causa de uma coisa boba que escrevera no seu livro quando estava distraído.

  Tudo bem, ele não conseguia parar de olhar para ela, e provavelmente ela já tinha percebido isso, mas a culpa era dela. Quem mandou ser tão bonita?
  Na verdade, ele nem sabia o porquê de estar apaixonado por ela. Quer dizer, ela era bonita, mas além dela, havia outrasgarotas bonitas no colégio, até mais bonitas do que ela.
  Então, por quê?
  Quer dizer, ela falava demais. E chegava aquase gritar. Não era “para lá de engraçada” ou algo assim, e era um pouco fria. Amarga talvez. Mas conseguia ser meiga quando queria e tinha um sorriso que o encantava.
E, Deus, ela era cheia de paranoias! Tinha um monte de manias, nunca deixava bem claro se gostava dele ou se sabia que ele gostava dela e era mandona. E como! Mas não desistia nunca, era inteligente e corajosa, além de tudo.
  E no físico... Bem, tinha o cabelo, que ela vivia dizendo que era horroroso, mas ele achava bem bonito e também achava interessante ela não alisá-lo como a maioria das outras garotas. Era magra (não demais), mas vivia reclamando que era gorda e ele achava engraçado, mas não ria, claro. Ela bem pensaria que estava caçoando dela, e ou riria junto ou daria uma bela lição nele, ou pior, ficaria em silêncio. Isso era o que mostrava a ele que ela estava com raiva dele: quando era indiferente e falava com ele sem olhá-lo nos olhos. Era uma grande qualidade dela, olhar nos olhos da pessoa comquem conversa. Não sabia por que gostava disso nela, mas entendia o porquê queela fazia isso: ela gostava de ser ouvida, portanto mostrava a quem estivesse conversando que também sabia ouvir.
  Além de ser forte por fora e frágil por dentro, ou vice-versa. Talvez os dois ao mesmo tempo. E era sincera, extremamente sincera. Falava o que queria e dane-se o que você pensava dela. Era ela mesma, mas era atingida quando alguém de seu meio de amizade a atacava com seus defeitos (nem sempre eram verdade, pelo menos para ele). Abalava-se, mas não se importava de passar o intervalo sozinha se fosse preciso.
  Era também apaixonada por livros e gostava de escrever, mas odiava limitações quanto ao tema. Era realista e moderna, mas mesmo assim romântica. E era imprevisível, completamente imprevisível. Enquanto você pensava que ela não iria falar com você, ela fazia o contrário, e vice-versa.Enquanto você pensava que ela simplesmente iria sair dali correndo sem olhar para trás, ela simplesmente ficava um pouco mais e se despedia com um abraço e ás vezes com um beijo no rosto.
  E ela adorava bater nele. A maioria das vezes era de brincadeira, mas algumas vezes o espancava só com o olhar. Sentia diminuir toda vez que ela virava para olhar para ele e parecia dizer: “você é um grande idiota”. Também amava música. Ouvia no seu fone sempre que podia e isso o irritava um pouco, parecia que ela não estava nem aí para o que estavam dizendo a ela, mas aí lá vinha ela com o seu olhar centrado na pessoa com que dialogava.
  Começou a achar que a música era para ela como a trilha sonora de um filme, e talvez fosse só isso que queria: se sentir como em um filme.
  Amava animais e era ecologicamente correta. Jogava sempre lixo no lixo, e era paciente e generosa. Claro, ela só era paciente com quem gostava, mas era generosa com todos. Até mesmo com quem não gostava muito. Também costumava dizer que odiava muitas coisas, mais odiar mesmo odiava poucas.
  Gostava de dançar, diferentemente dele. Dizia que a dança estava no seu sangue. Também não se interessava muito por videogames ou qualquer tipo de jogo. Já ele era viciado neles, principalmente em Guitar Hero, um jogo que, para ela, só era viciado quem não tinha vida própria.
  Dava-se muito bem com os adultos, principalmente com os professores e tinha presença. Sempre tentava manter-se ereta durante as aulas e sempre perguntava e comentava bastante. Era focada e não costumava perder a postura, a não ser quando ficava triste. E o interessante que só a via triste quando não estava falando com ele: no mesmo dia que a via triste, quando eles conversavam (depois), ela sorria e se mostrava feliz, e ele percebia que não estava fingindo. E se sentia feliz em fazê-la feliz. Mas ás vezes ela exagerava e falava perto demais do seu rosto e aumentava um pouco o tom de voz, o que a fazia parecer uma barraqueira. Mas só fazia isso quando queria que entendessem bem o que dizia.
  Claro, a voz dela era meio irritante, como a de uma criança, mas não a ponto de ser impossível ouvi-la até a morte. Ah, e ela odiava crianças pequenas, como de três a quatro anos. A causa era relativa ao barulho, ou a “mimadez”, ou qualquer coisa assim. Mas mesmo assim era supergentil com crianças e ele achava isso contraditório, mas não comentava nada.
  Era também estritamente cuidadosa, como uma mãe ou uma irmã mais velha. Ajudava-te nas horas difíceis e guiava-te ao caminho certo quando era preciso.
  Odiava a palavra “escroto”, ou “tosco” e até mesmo as palavras “desgraça” e “privada”. Adorava conhecer novas palavras edizia que “sempre quis ter uma loja de bugigangas”. Sua bebida preferida era água e sua cor era azul-turquesa.
  Adorava usar pulseiras e anéis, não usava brincos e por um bom tempo nunca aparecia sem uma tiara na cabeça. Até que começou a só usar tranças de lado. Costumava usar maquiagem, mas ás vezes não, o que ele preferia muito mais. Não que ficasse feia maquiada, mas sem ele podia perceber como era bonita naturalmente, sem brilhos falsos. Uma vez ela até o perguntara se a preferia com ou sem maquiagem, e ele, burro, respondeu algo como “tanto faz” ou “não faz diferença”. Martirizava-se por isso, principalmente pelo olhar dela depois que ele dissera tal besteira.
  Claro, ela não era perfeita. Mas percebeu que não tinha por que não gostar dela. Ela era bonita, inteligente, observadora e caridosa. Uma pessoa digna de ser apresentada aos pais, aos avós, à família toda. E com certeza era uma pessoa que se podiam passar meses, anos e até a vida toda que você nunca ia se cansar de estar ali ao lado dela. Era contagiante e (decidiu) engraçada (pelo menos na sua concepção).
  Sim, ele estava apaixonado por ela.
  E ele sabia o porquê.