Vontade de mergulhar em solidão. Se é que me entende, quero mergulhar em um abismo. Não quero morte, eu quero pular sem me preocupar com a queda, sentir o vento bater no meu rosto. Uma criancice tomará conta do meu corpo, e ele, por si só, me deixará fazer tudo o que desejo. Andar descalça, comer frutos direto da árvore… E ele dizia: “Não cresça, meu amor, não cresça. Seja sempre a minha menina”.
— Laura G.
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