“Acabei presa no tempo. E sem você. Tô numa carência não-sei-de-quê, precisando de um abraço, de um beijo, de qualquer carinho.
Eu nunca fui assim, sempre resisti à solidão com um sorriso falso-verdadeiro no rosto, agora não consigo esconder que estou triste nem para os mais tapados. E ninguém que me importa se importa comigo. Sinceramente, não sei por que eu ainda tenho esperanças que o ser humano mude.”

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